O poder da oração!

"Pedis, e não recebeis, porque pedis mal,..." Tiago 4:3

Seu autor, já homem feito, refletindo sobre o poder da oração, lembra-se de quando ainda era apenas um garotinho.

Conta ele que, certa manhã de primavera, sua mãe o vestiu na sua fatiota domingueira e lhe recomendou para que não saísse além dos degraus da porta da frente, pois em poucos minutos iriam visitar sua tia.

O menino esperou pacientemente até que o filho do vizinho da esquina se aproximou e lhe disse um palavrão.

Então, ele pulou os degraus e se atracou com o outro até caírem ambos numa poça de lama. Sua blusa branca ficou enlameada e a meia com um rasgão sangrento na altura do joelho. Lembrou-se da advertência da mãe e começou a berrar desesperadamente. Sua dor, porém, acabou quando ouviu o barulho do sorveteiro que anunciava em altos brados o seu produto. Esqueceu a desobediência e correu a fim de pedir dinheiro à mãe para comprar um sorvete.

Diz ele que nunca pode esquecer a resposta que recebeu da mãe:

- Olhe para você mesmo! Você não está em condições de pedir nada.

Foi mergulhado nessas lembranças que o autor fez um paralelo com a nossa posição diante de Deus, quando oramos pedindo alguma coisa.

Antes de invocarmos o auxílio de Deus, necessitamos voltar o olhar para nós próprios e verificar se estamos ou não em condições de pedir algo.

Para que Ele nos ajude, é preciso que façamos a nossa parte.

O mal da maioria dos que rogam bênçãos, é que não são honestos para com Deus.

É comum implorarmos graças celestes, estando de relações cortadas com familiares, amigos, vizinhos...

Quando buscamos a ajuda divina é preciso que preparemos o coração adequadamente. É inútil pedir amparo com o coração cheio de inveja, de ciúme, de malquerença, de ódio e de outros detritos morais.

Nesse caso, se realmente desejamos pedir algo, que peçamos forças para vencer essas misérias da alma.

É comum rogarmos a Deus que nos dê saúde, e por outro lado acabarmos com ela com o vício enfermiço do cigarro, da gula, do trago infeliz, das noitadas de orgias entre outros abusos.

Importante que meditemos um pouco mais a respeito da nossa real vontade de receber ajuda divina, uma vez que Deus sabe das nossas intenções mais secretas.

Pense nisso!

Antes de buscar ajuda através da prece, olhe para você mesmo e veja se está em condições de pedir alguma coisa.

Verifique se está fazendo a parte que lhe cabe.

Se o templo do seu coração está devidamente limpo e arejado para receber as bênçãos do Criador.

A condição é que nos ajudemos primeiro, fazendo a nossa parte, para depois merecer a ajuda do Alto.

Importante que entendamos bem os mecanismos da oração: pedir, saber pedir e, acima de tudo, merecer.

Desconheço o Autor

Sermão do Monte!

"E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem." Mateus 7:14

O Conde Leon Tolstoy, um rico aristocrata russo, nascido em 1828, passou por uma crise religiosa em torno dos seus 40 anos.

Insatisfeito com a religião tradicional russa, ele descobriu o Sermão do Monte (Mateus 5 a 7).

Ele começou então, a tentar viver aquela mensagem de simplicidade, amor e perdão.

Ele doou parte de sua fortuna, fundou muitas instituições de caridade e começou a proclamar o evangelho.

Você provavelmente já ouviu falar dele por causa de suas obras literárias e especialmente por seu livro "Guerra e Paz".

No final de sua vida ele escreveu inúmeras estórias pequenas e parábolas que falavam da vantagem de viver segundo os princípios do Sermão do Monte.

Numa delas, chamada "De Quanta Terra um Homem Necessita?", ele conta a estória de Pahóm, um peregrino que queria ter seu próprio pedaço de terra.

"Se eu tiver terra suficiente, eu não terei medo nem do diabo", dizia ele.

O diabo ouviu Pahóm se gabar e colocou oportunidades para que Pahóm obtivesse mais e mais terra.

Mas ele nunca se satisfazia, e resolveu mudar-se para as regiões desabitadas do interior da Rússia nessa sua busca incessante.

Lá, o chefe da região lhe deu um desafio enorme. Ele poderia começar a caminhar de manhã e poderia ficar com a terra que ele conseguisse circular até o entardecer.

Ele saiu ao amanhecer e, motivado pela ganância, tentou circular uma enorme extensão de floresta. Ele chegou trôpego ao ponto inicial no final do dia, exausto. Quando suas mãos tocaram a linha de chegada, ele caiu no chão.

Pahóm estava morto!

Tolstoy concluiu com estas palavras: "Do topo de sua cabeça até seus calcanhares, 1m90cm de terra, era tudo que ele precisava."

Quando estamos obcecados com a aquisição de bens terras, carros, roupas de grife - estamos escolhendo o caminho errado.

Nosso objetivo maior deve ser dar, não obter.

Afinal, o que levamos desta vida?

É disso que o Sermão do Monte fala.

Como a consciência da brevidade da vida pode nos ajudar a ter mais sucesso, a ser mais felizes?

Não quero dizer que não devamos lutar para ter conforto, viajar enfim aproveitar a vida de forma equilibrada, mas obsessão é pecado, pois nos rouba o tempo que podemos gastar com as pessoas importantes da nossa vida porque estamos "correndo atrás do vento".

Você gostaria de ser lembrado como alguém que conquistou muitas coisas ou muitas pessoas?

Hedy Silvado

Colaboração de Um Amigo de Deus Roberto Ferreira Ribas

Visão!

"Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como menino, não entrará nele." Lucas 18:17

Éramos a única família no restaurante com uma criança. Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranquilos, comendo e conversando. De repente, Daniel gritou animado, dizendo:

'Olá, amigo!', batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.

Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes. Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.

Eu olhei em Volta e vi a razão de seu contentamento. Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado. Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, os sapatos. Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo. Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa. Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal. Suas mãos começaram a se mexer para saudar.

'Olá, neném. Como está você?', disse o homem a Daniel.

Minha esposa e eu nos olhamos:

'Que faremos?'.

Daniel continuou rindo e respondeu, 'Olá, olá, amigo'.

Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo. O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho. Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê.

Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático. Obviamente, ele estava bêbado. Minha esposa e eu estávamos envergonhados.

Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices. Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta. Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no estacionamento. O velho se encontrava muito perto da porta de saída.

'Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel', disse orando, enquanto caminhava perto do homem.

Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do AR que ele pudesse estar exalando. Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de 'carrega-me'. Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem. Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor. Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.

O homem fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face. Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro, suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel. Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo. Eu me detive, aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura:

'Cuide deste menino'.

De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: 'Assim o farei'.

Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor. Peguei meu filho e o velho homem me disse:

'Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso'.

Não pude dizer mais que um entrecortado 'obrigado'.

Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro. Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo:

'Deus meu, Deus meu, me perdoe'.

Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de roupa suja. Eu fui um cristão cego carregando um menino que não o era. Eu senti que Deus estava me perguntando:

'Estás disposto a dividir seu filho por um momento?', quando ELE compartilhou seu filho por toda a eternidade.

O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou:

Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como menino, não entrará nele.

Apenas repita esta frase e verá como Deus se move:

Senhor Jesus Cristo, eu necessito de ti, entra em meu coração e nele faça a sua moradia.

Você NÃO receberá um milagre amanhã, pois você recebe o milagre TODOS os dias. O milagre de estar vivo...

Disse Jesus: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam. Lucas 11:28

Desconheço o Autor

Colaboração de Uma Amiga de Deus Cristiane Neves

Sonho!

"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?" Jeremias 17:9

O sonho projetado na mente não depende das circunstâncias.
Por que, então, a maioria dos sonhos não se realiza?
Por que muitos se sentem deprimidos e fracassados quando um sonho não se cumpre?
Porque esses sonhos são projetados no coração e, por isso, estão sujeitos aos próprios sentimentos para se tornarem realidade. A esse respeito, Jeremias diz:"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?".

O coração é só uma fonte de emoções e sentimentos; de fantasias e ilusões. Assim, também todo sonho nele projetado.
Todos sabem que, para que um sonho se torne realidade, é necessário enfrentar lutas e dificuldades.
Há milhares de barreiras a vencer para a conquista de um sonho.
No entanto, pode-se esperar que, da fonte de todas as emoções – o coração – surja uma fé perseverante para conquistar um sonho se essa fonte só tem sentimentos inúteis e ilusórios?
Claro que não! Seria o mesmo que preparar uma criança para a guerra.

O coração é impotente e impróprio para enfrentar qualquer tipo de dificuldade, pois não foi feito para lutar, mas para sentir.
É incapaz de inspirar a melhor direção, de inspirar algo realizável.
É incapaz de lutar e de fazer a escolha certa.
Ele depende exclusivamente das circunstâncias para manter vivos seus sonhos e esperanças.
Toda vez que um sonho é projetado dentro dele e conta-se com a "sorte" para realizá-lo, surgem logo pequenos e crescentes problemas que fazem-no desanimar.

Entretanto, quando os sonhos são projetados no espírito, na mente, no intelecto, apoiados na Palavra de Deus, então, é impossível não se tornarem realidade. Por que?
Porque o sonho projetado na mente jamais deixa de existir por causa das circunstâncias, pois há uma consciência de que sua realização dependerá da sua perseverança.
Assim como o agricultor depende da terra para plantar e colher os seus frutos, quem tem uma mente cristã depende da Palavra de Deus para realizar seus projetos e jamais desanimará diante dos problemas.

Enfim, independentemente do que os seus olhos físicos vêem, o sonho se mantém firme.

Os seus olhos são espirituais, por isso vêem o invisível e crêem no impossível.

Ainda que as condições sejam desfavoráveis, o verdadeiro cristão crê no cumprimento da Palavra de Deus.

Aquele que suportou o sofrimento e a dor, como nunca se viu em toda a história, símbolo de perseverança e de fé, afirmou: "Se projetas alguma coisa, ela te sairá bem, e a luz brilhará em teus caminhos" (Jó 22.28).

Bispo Edir Macedo

Colaboração de Um Amigo de Deus

Como não acreditar em Deus?

"Provai, e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele confia." Salmos 34:8

Como não acreditar em Deus?
Como não acreditar que exista um Criador?
Impossível.

Permita-me falar algumas coisas que NUNCA ninguém falou pra você sobre o corpo humano.

Você sabe por que é que o seu sangue é vermelho?
É porque a cor vermelha é a cor que mais chama a atenção do seu sistema visual, da sua visão.
O vermelho é um alerta para a perda de sangue porque o sangue é fundamental para a sua vida, ele é muito importante.

O seu cérebro e o seu coração estão dentro de caixas ósseas porque são os órgãos mais importantes do seu corpo e é por isso que eles estão dentro desta caixa de ossos, para proteção máxima.

Você tem pelos nas narinas e sabe por que?
É para filtrar o ar antes que chegue aos seus pulmões, pois o ar está cheio de poeira e isso poderia causar-lhe muitos problemas.

Você tem cílios e sobrancelhas sabe por quê?
É para proteger os seus olhos contra a poeira do ar.

Você sabe por que é que existe a dor?
A dor é um alerta, é através da dor que o seu corpo se comunica com você para dizer-lhe que algo não está bem e que é para você tomar providências.

Quem é que faz a sua digestão, quem é que controla a sua respiração e quem é que controla as batidas do seu coração e milhões de funções mais?
É um processo automático do seu corpo fantásticamente programado para isso.

Eu poderia aqui escrever livros e mais livros explicando por que e como funcionam as coisas no seu corpo, mas vamos parar por aqui.

Ora, você vê um computador funcionando perfeitamente, é claro que o computador não foi criado pelo acaso ou pela natureza.
Rsrs Alguém o criou, no caso o ser humano.

Agora você vê um organismo humano funcionando perfeitamente com milhões e milhões de funções, seria inteligente pensar que esse organismo fosse obra do acaso ou da natureza?
NÃO! Foi Alguém que "projetou" e "programou" este organismo, pois ele age de forma inteligente.
A esse Alguém deram o nome de Deus que eu prefiro chamar de Criador.

Extraído do portal Otimismo!

Colaboração de Um Amigo de Deus

Quer mudar de vida?



"E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são?" João 5:6


Já teve o desejo de ter uma vida mudada?
Talvez você tenha feito escolhas que lamenta.
Você está enfrentando conseqüências dessas decisões neste exato momento.
Há algum jeito de achar ajuda?

Na Bíblia, há uma história sobre um homem que cria que se um anjo agitasse um tanque de água, e se ele pudesse de algum modo ser o primeiro a entrar nessa água, então ele seria curado. Esse homem vinha esperando durante 38 anos, incapaz de se mexer. Talvez ele tivesse ficado paralítico devido a um acidente. O fato é que não sabemos. Mas algo aconteceu na vida dele que provocou isso.

Às vezes, ficamos doentes simplesmente porque vivemos num mundo cheio de pecado. Doença e morte jamais eram o plano de Deus. Se Adão e Eva não tivessem pecado, não haveria doença alguma. Ninguém envelheceria. E, mais importante, eu não seria calvo!

Contudo, às vezes caímos doentes por causa de nossos próprios erros pessoais.

Considere a pessoa que abusou do álcool a sua vida inteira. Um dia, seu fígado se acaba. Há alguma ligação entre o estilo de vida que ele escolheu e o que lhe aconteceu fisicamente? Sem dúvida alguma.

E quanto a alguém que vai a uma farra de bebedeira, fica atrás de um volante e sofre ferimentos num acidente de carro?
Há alguma ligação entre o modo como ele estava dirigindo e o resultado horrível que lhe ocorreu?
Claro que sim.

E quanto ao cara que é sexualmente imoral?
Ele freqüentemente se envolve com sexo fora do casamento. Então ele descobre que tem o HIV.
Há alguma ligação entre seu estilo de vida e esse vírus horrível que ele agora tem?
A resposta é sim.

Pode haver uma ligação entre o que fazemos e o que nos acontece.
Não estou dizendo que todas as pessoas que têm problemas de fígado, sofrem acidente de carro ou contraem o HIV/AIDS experimentaram essas circunstâncias porque pecaram.
Aliás, às vezes elas são vítimas do pecado de outra pessoa, como a pessoa que é atingida por um motorista embriagado, ou a esposa fiel que pega AIDS do marido que foi infiel.

Mas precisamos realmente aceitar o fato de que quando fazemos nossas escolhas haverá conseqüências.

Entretanto, a Bíblia nos diz que há ocasiões em que Deus permite que a doença — doença física e espiritual — nos ensine algo.

Por exemplo, quando o apóstolo Paulo experimentou seu “espinho na carne”, até onde sabemos esse problema não estava ligado a nenhum pecado específico. Mas Deus permitiu esse sofrimento. Paulo pediu três vezes que Deus o tirasse. A resposta de Deus foi: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. (2 Coríntios 12:9 ACF)

Isso indicaria que Deus permite as doenças de modo que ele possa mostrar a seu povo algo que de outra forma não poderíamos ver.

Às vezes somos tão teimosos e orgulhosos que pensamos que não precisamos de Deus.

Desse jeito, o Senhor recebe nossa atenção. E de repente percebemos que talvez realmente precisemos de Deus afinal.

De uma multidão de pessoas doentes e sofredoras aguardando que um anjo agitasse o tanque de água, Jesus selecionou um homem.
Ele não pregou para ninguém. Ele não curou a todos.
Ele foi a apenas um indivíduo e fez uma pergunta incisiva e até certo ponto inesperada: “Quer ficar curado?”

Agora que tipo de pergunta é essa para se fazer a um homem nessa condição?
Não que ele diria: “Não, gosto de passar tempo aqui. Isso é muito divertido. Você realmente precisa se juntar a mim”.
Mas Jesus estava fazendo uma pergunta legítima.
Era uma pergunta importante, pois nem todos querem ser curados.
Nem todos querem mudança de vida.

“Você quer ficar curado?” Jesus perguntou a esse homem.
Em outras palavras: “Você quer mudar de vida, não só fisicamente, mas também espiritualmente? Você está disposto a se colocar, exatamente como você está, nas minhas mãos? Você está pronto para que eu faça por você o que você é incapaz de fazer por você mesmo?”

Enquanto pensarmos que podemos resolver tudo sozinhos, enquanto pensarmos que resolveremos nossa vida algum dia, jamais chegaremos a lugar algum.

Precisamos clamar a Deus e dizer: “Senhor, por mim mesmo não posso, mas estou clamando a ti e pedindo que tu me ajudes. Estou pedindo que tu me perdoes” Se você clamar a Jesus Cristo, então ele perdoará você.

Se você está disposto a abandonar seus pecados, deixar o passado para trás e começar a seguir Jesus, então você verá as coisas acontecerem em sua vida que você jamais imaginou serem possíveis.

Essa coluna é um trecho do livro “Walking With Jesus”, escrito por Greg Laurie.

Três horas!


"Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá." Êxodo 20:12

Era sábado pela manhã e as linhas telefônicas nas casas dos formandos estavam congestionadas. Meninas com salão de estética e beleza marcados, rapazes nadando logo de manhã pra evitar o "stress", a companhia responsável pela formatura e baile acertando os últimos detalhes no auditório da Universidade e no Salão Nobre. Todos estavam ansiosos, preocupados, assustados, cheios de expectativas.

Três da tarde. A cerimônia iria começar às 4, impreterivelmente. O Prof. Dr. Astrogésilo Pessoa Couto, grande celebridade e Reitor da Universidade, não se dava ao luxo de começar um minuto atrasado. Dizia-se que acertava o seu relógio pelo Big-Ben de Londres, até que inventaram o tal "relógio atômico", que ele fez questão de instalar no seu computador. Assim, acontecesse o que acontecesse, às 4 horas a cerimônia iria começar.

Quatro horas, a empresa responsável pela cerimônia deu início ao evento. Algo em torno de 700 pessoas presentes. Também, pudera: 89 formandos, 35 em Letras, 12 em Pedagogia, 30 em Direito e 12 em Engenharia de Informática.

Primeiramente a entrada do Reitor. Palmas efusivas. Então a mesa diretora, o corpo docente, palmas afetuosas. Apresentação das funções de cada um e tudo o que, de praxe, se costuma fazer numa cerimônia de formatura e colação de grau. Cantaram o Hino Nacional Brasileiro com o tradicional CD da Banda da Polícia Militar do Estado de São Paulo, gravação épica e universal para o Brasil.

As palavras do Paraninfo, do Patrono da Turma, enfim, tudo o que se costuma haver nessas páginas indeléveis na vida de quem se forma.

Chegada a hora de passar a palavra ao orador das turmas, o Julinho, ou melhor, Dr. Júlio Lacerda Loyola Anastácio, foi aclamado, quase levado nos braços dos formandos, que estavam do lado direito do auditório, que tinha formato de teatro.

Sua prédica havia sido impressa para todos acompanharem. Os formandos sugeriram o que o Julinho teria que falar. Estava tudo previamente combinado.

"Ilustríssimo Senhor Doutor Professor Astrogésilo Pessoa Couto, digníssimo Reitor de nossa egrégia Universidade, Senhor Professor Carlos Marques Lara, digníssimo pró-reitor da área de humanas, etc....etc..." Num outro trecho as tradicionais palavras: "Foram árduas as nossas batalhas: cansados do labor diurno, cá chegávamos, com fome, tanto do pão quanto do saber, e éramos fartos pelos nossos valorosos Mestres, que tudo davam de si..., etc."

Tudo ia muito bem. Até que Julinho se engasgou, ao dizer uma palavra que estava além do texto: "Agora, Senhor Reitor e senhores formandos, preciso dizer algo pessoal..." Os formandos gelaram.

- "Ele vai fazer besteira" "Julinho, cala a boca, termina logo" "Ih, cara, sujou. Ele vai embolar tudo". "Sabia que no final ele iria melar".

Mesmo conhecendo a cara de desaprovação da turma, Julinho continuou, branco, pálido, engasgado, mas firme, dizendo:

- "Senhor Reitor, Corpo Docente, Formandos, Familiares e Amigos:

Preciso confessar algo, para fazer justiça e, ao mesmo tempo, reconhecer o que é certo. Todas as coisas aqui foram muito importantes: aulas, colegas, materiais didáticos, a seriedade de nossa secular instituição, tudo. Mas há algo que está faltando no meu texto, e não lerei o que vou dizer, porque o que tenho pra falar vem das letras escritas a ferro, dentro da minha alma. Devo este momento inesquecível e histórico às 3 da manhã de cada dia desses 5 anos.

- "Três da manhã?" pensaram os formandos. "Esse cara bebeu. Ah, Julinho, para de enrolar e desce logo... Ah, se te pego na saída..."

Nunca desfrutei de amizade com o meu pai. Na verdade sempre o desprezei. Tanto é assim que ele não está aqui, entre os meus convidados, porque não pode se locomover e eu não fiz o menor esforço para trazê-lo. Aqui estão minha mãe e irmã, mas não meu pai. E ele é responsável pelas três da manhã.

Durante 5 anos eu acordei várias vezes no meio da madrugada, e, não raras vezes, às 3 da manhã. Meu pai, que empregou quase todo o seu parco salário no meu curso, mesmo sendo por mim ignorado, entrava no meu quarto, com hercúleo esforço. Às vezes caía, mas sempre levantava, e orava a Deus. Sim, ele me apresentava a Deus. Tenho marcas no meu cobertor que não foram feitas por doces ou refrescos que derrubei, nem pontas de cigarro que deixei acesas na minha cama. São as lágrimas do meu pai, que pedia a Deus para fazer-me feliz, fazer-me íntegro, para guardar-me de acidentes, para proteger-me de bandidos, para abrir o meu entendimento na compreensão das matérias, para abrir-me oportunidades de trabalho na área. Ele chorava, pedia, dizia a Deus para que tocasse no meu coração e fizesse de mim um homem e um cristão. Mas, Senhor Reitor, não foi isso o que mais me tocou. O que marcou a minha vida, e é a razão desta homenagem, era a frase com a qual ele sempre se emocionava e chorava copiosamente junto a mim. Ele dizia:

- Deus, como eu amo ao meu filho, fruto de mim mesmo! Deus, como eu o admiro! Deus, como eu o quero bem! Deus, faça o que quiser comigo, mas abençoa o meu filho, porque, depois de Ti, ele é a razão do meu viver! E dá-me o privilégio de que um dia ele me ouça, que ele me ame também!

Júlio chorava. O Reitor tossia, para disfarçar a emoção, os formandos estavam com a cabeça baixa, pois sabiam que o Júlio tinha feito a coisa certa e estavam envergonhados de terem desaprovado sua atitude no início. O auditório se derretia. E, num ápice de dor e amor, Júlio gritou:

- Meu pai, como eu queria te dizer EU TE AMO!

De repente a porta do corredor central se abre subitamente, e uma cadeira de rodas entra, guiada por uma enfermeira, e o pai de Júlio entra, magrinho, cabelos grisalhos, rosto cansado, voz baixa, mas grita com toda a força do seu ser:

- Eu sei que você me ama, filho! EU SEMPRE TE AMEI! Seja feliz, meu filho, seja feliz!!!

Júlio quebra o protocolo e sai correndo da tribuna corredor adentro e vai abraçar o seu pai, chorando no seu ombro copiosa e demoradamente. Todos, unanimemente, chorando e gritando "BRAVO! BRAVO!" aplaudiam longamente a cena fantástica e novelesca que ora se fazia viver no mundo real! Foram 5 minutos, os cinco minutos mais importantes já vividos naquela universidade!

Chamado novamente à tribuna, recebeu o seu grau e diploma. Então gritou:

- PAI, ISSO É POR VOCÊ! TE AMO!

O pai sorriu, mas já não tinha forças para falar. No seu coração ele via galardoado todo o seu esforço, o salário minguado dedicado à faculdade do rapaz, e, principalmente, as três horas de toda madrugada. Ele estava feliz. Podia morrer tranqüilo. Mas, morrer, já? Ele não tinha planos para morrer agora, naquele instante. Queria desfrutar dessa alegria indizível.

E Deus ainda lhe deu alguns anos, os melhores da vida dos dois, do Dr. Júlio e do seu pai, que se tornaram os melhores amigos. Aliás, Júlio ficou conhecido na comunidade acadêmica como "Doutor Três Horas".

"Honra a teu pai e à tua mãe, para que se prolonguem os teus dias, na terra que o Senhor teu Deus te dá" (Êxodo 20.12) .

Que Deus dê aos leitores, que têm pais vivos, a oportunidade de homenageá-los em vida. Flores no túmulo murcham. Flores no coração desabrocham. Para sempre ...

Nomes fictícios, sendo coincidência qualquer semelhança com algum professor.

Wagner Antonio de Araújo

A Importancia do Perdão

"Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;" Mateus 6:14

Libertar os outros significa libertar a si mesmo, porque o ressentimento é uma forma de ligação.

É uma verdade que são necessárias duas pessoas para fazer um prisioneiro:- o prisioneiro e o carcereiro.

Não é possível alguém ser prisioneiro sozinho.

Além disso, o carcereiro é tão prisioneiro quanto seu aprisionado.

Quando você tem ressentimento de alguém, está ligado a essa pessoa por uma cadeia mental.

Está amarrado por um nó a coisa que odeia.

Talvez a própria pessoa a quem você mais odeia no mundo inteiro seja exatamente aquela a quem você esta se ligando por um laço mais forte que o aço.

É isto que você quer?

É assim que você deseja continuar vivendo?

Lembre-se de que você pertence a coisa a qual está ligado em pensamento, e que mais cedo ou mais tarde, se a ligação persistir, o objeto de seu ressentimento será novamente atraído para a sua vida, talvez para causar mais dano.

Ninguém deseja isso, de modo que você precisa cortar todas as ligações desse tipo através de um ato claro de perdão.

Tem de libertar a outra pessoa.

Pelo perdão você se liberta e salva a sua alma.

E como a lei do amor funciona da mesma forma para todos, você ajuda a salvar a alma da outra pessoa também!

A falta de perdão e a mágoa são na maioria das vezes a causa de muitas doenças... entre elas o câncer.

Então... liberte-se vá e perdoe, seja quem for... pai, mãe, irmão, amigo... colegas, você se sentirá uma pessoa mas leve, sem essa carga nos ombros e com isso uma pessoa melhor do que já é....

Desconheço o autor

Colaboração de Um Amigo de Deus Roberto Ferreira Ribas

Salvação!











"(Porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável E socorri-te no dia da salvação; Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação)". II Corintios 6:2

Amigo, você já ouviu falar na história do gato que vivia num navio?

Os marinheiros deram-lhe o nome de “Miguel”.

A embarcação era um navio de carga, e o gatinho levava uma vida tranquila a bordo.

Entretanto, certa noite durante uma tempestade, o navio atingiu algumas rochas próximas da costa.

Certo marinheiro sabendo que o navio ia a pique, retornou ao navio avariado para buscar o gato. Mas, para sua surpresa, Miguel não tinha a intenção de deixar o navio que ele conhecia muito bem, por isso fugia toda vez que o marinheiro tentava pegá-lo.

Assim, não havia mais nada a fazer senão retornar ao barco salva-vidas.

Enfim, o gato foi deixado em paz e encontrou tudo aquilo que precisava na cozinha do navio.

Miguel desfrutou uma deliciosa refeição antes de afundar junto com o navio.

Agora lhe perguntamos: Você está ciente de que pessoas perdidas se assemelham a Miguel?

A verdade é que todos nós estamos em risco de morte, pois a Palavra de Deus nos diz que, como pecadores, nunca poderemos adentrar no Céu.

E também diz: “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” Hebreus 9:27.

Apesar de todas as advertências de Deus, muitos permanecem completamente indiferentes, vivendo como se as coisas fossem continuar como têm sido até agora, e dizem: “Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.” II Pedro 3:4.

Quando Deus lhes relembra Seu amor ao entregar o Salvador para morrer por nós na cruz, essas pessoas simplesmente desconversam, rebatem, fogem ou tapam seus ouvidos e fecham seus corações para essa boa nova de salvação.

Enfim, se cumpre o que Deus diz: “Haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina, pelo contrário, cercar-se-ão de mestres seguindo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade” II Timotéo 4:3,4.

O CONVITE DE DEUS SE ESTENDE A TODOS OS QUE INVOCAM O NOME DE JESUS PARA SEREM SALVOS.
ENTRETANTO, TAMBÉM É VERDADE:

“Não, vos digo; antes, se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis." Lucas 13:3

E Você que acabou de ler essa mensagem vai agir como o gato Miguel ou Vai aceitar a Salvação?

Desconheço o Autor

Colaboração de Um Amigo de Deus Adail

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